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Domingo :: 20 / 7 / 2008

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A chave para cair no mundo

Veja as manhas para ampliar as chances de conseguir bolsas no exterior

Jueves, 1 de mayo de 2008

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Descubra as manhas para se dar bem nos processos seletivos e aumentar suas chances de conseguir bolsas de estudo no exterior

Cartas de recomendação, formulários preenchidos corretamente, fluência na língua estrangeira, ter sido aceito numa universidade estrangeira, documentação em dia. Tá, esses são os requisitos formais pra você concorrer a uma bolsa de estudos no exterior. Mas, além deles, há recursos intangíveis que facilitam ou dificultam a sua aprovação no processo seletivo. O que omitir e o que ressaltar na hora da entrevista? Para que perfil cada instituição que fornece bolsas dá preferência? O Universia foi atrás de quem conseguiu passar por todos os crivos para entender essas questões, além das próprias instituições e agências de fomento.

Existem diversos tipos de bolsas, direcionadas para diferentes perfis. Há as parciais, as integrais, para graduação, mestrado e doutorado. Há aquelas destinadas apenas para alunos de países em desenvolvimento, só para minorias, específicas para certas áreas de estudo. Mas, independentemente de todas essas especificidades, de forma geral, os candidatos preferidos das instituições de fomento são aqueles que demonstram estar muito bem informados sobre a área de estudos que querem cursar, a melhor universidade que oferece curso naquela área,o país mais especializado no assunto.

Além disso, sempre observam se o estudante é antenado sobre o mundo e seu país - ou seja, sabe exatamente onde aquele tema se insere no contexto mundial e brasileiro e o que ele poderia agregar de inovador em cada contexto. As instituições costumam também admirar estudantes esforçados, que enfrentaram obstáculos financeiros e pessoais para conseguir chegar ali. "Ganha ponto quem mostra que é uma pessoa persistente, perseverante. Pessoas que desde jovem venceram todas as adversidades para atingir seus resultados, capazes de trabalhar duro", afirma Luís Loureiro, diretor executivo da comissão Fullbright - Comissão para Intercâmbio Educacional entre os Estados Unidos da América e o Brasil.

Para ler o texto completo, clique aqui!



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